Sob o nome romano de Vênus, viu Anquines cuidando de seu gado em uma certa montanha, enamorou-se . Fingindo ser uma jovem muito linda, arrancou fervorosa paixão dele. Mais tarde, revelou sua real identidade e contou que concebera um filho, o piedoso Enéias, que foi o lendário fundador de Roma.
Os romanos consideravam Vênus sua mãe ancestral e a cidade de Veneza recebeu este nome em sua homenagem.
Afrodite não sabia que Hefesto estava a seguindo com seu companheiro e servo.
O servo de Hefesto fazia tudo por ele. E eu to dizendo tudo.
Ao perceber que Afrodite e Anquines estavam o traindo pelas costas quis matá-lo.
Furioso achou um galho que estava na arvore a direita de seu pe arrancou o galho e o jogou com toda força na direção dos dois.
Acertou em cheio o coração de um coelho. Afrodite e Anquines não perceberam a presença de Hefesto e continuaram a se amar em uma pedra dentro de uma caverna.
Hefesto ao se virar para seu servo cm seus olhos pulsantes de raiva disse:
-Eu quero sua repulsão. Eu quero sua doença. Eu quero seu tudo, contanto que seja de graça. Eu quero seu amor. – Disse Hefesto para seu amigo ainda mal por ter descoberto a tal traição.
-Eu quero seu drama. O toque da sua mão. Eu quero o seu beijo sujo de couro na areia. Eu quero o seu amor.
- Você terá. Pode ter certeza que você terá.
-Como?
- Deixe os detalhes sujos comigo.
-Como??
-Eu vou aprisioná-la na ponte e resto é com você. Você dara a ela uma morte que ela e Atenas nunca irão esquecer.
Hefesto sorriu. Ele não era tão vingativo mas adoraria acabar com Afrodite por causa dessa traição.
E ele podia.
Ah ele podia.
Tudo pronto e Hesfesto encontram Afrodite deitada de barriga pra cima acorrentada a ferro na base da ponte.
Hefesto realmente estava machucado. Isso estava o cegando. Deixava cega a promessa de que amaria Afrodite ate os últimos dias de sua vida.
Se bem que ele fez essa promessa em cima da promessa de Afrodite de sempre se manter fiel.
Ah então esta briga será justa.
Tudo ok. - Eu acho.
Hefesto chega perto pega a espada de sua calça e a golpeia no braço. Sangue escorre até a parte de madeira e cai em direção da água do rio. Afrodite grita de dor.
Nessa parte Afrodite percebe que ela não tem escolha. Se ela tentar se soltar ela cai e morre por causa da altura do rio e se tentar lutar com Hefesto morre do mesmo jeito porque não tem uma espada e não tem forças suficientes.
Então Hefesto olha diretamente no fundo dos olhos dela e diz:
-Você era o meu sol. Você era a minha terra. Mas você não sabia as maneiras como eu te amava, não. Então você aproveitou a chance. E fez outros planos. Mas eu aposto que você não pensava que iria tudo por água abaixo,não.
- Hefesto...
Então Hefesto a golpeou novamente na perna.
-Você não precisa dizer, o que você fez. Eu já sei, eu descobri através dele. Agora não há mais chances pra você e eu,. Nunca mais vai haver. E não fique triste por isso
Você me disse que me amava. Por quê você me deixou, sozinho?. Agora você me diz que precisa de mim. Garota eu recuso que você deva ter me confundido. Com outro cara. Suas pontes foram queimadas, e agora é a sua vez.
De chorar,chore-me um rio.
- Chore!!
A voz de Hefesto era tão forte que ao gritar seu hálito tinha força de um vento. O vento passou por Afrodite e queimou seus olhos como um vento de areia.
Afrodite era forte o bastante para não chorar. E foi isso que ela fez. Até Hefesto a aprisionar na ponte. Voltaria em duas horas com os ingredientes da magia para tirar a alma de Afrodite.
E foi isso que ele fez.
Ao desenhar um circulo no chão e colocar velas ao redor abriu um livro.
- Você deveria ter sido honesta. Talvez você não estaria tão nervosa. Chore!!
Hefesto colocou a arma encostada no peito de Afrodite de disse:
- Com essa arma esse coração partido eu invoco seres me ajudem a selar essa traidora. Acabe com a dor, com essa idéia de vingador. Acabe com ela. Eu invoco.
A alma de Afrodite ficou aprisionada na primeira garota de passou perto deles.
A garota gritou e logo ficou com a cara e a voz de Afrodite.
Sua alma passaria de milênios dentro de corpos que e própria Afrodite escolheria.
Com a arma erguida ao céu Hefesto gritou:
- Venci.
sábado, 27 de março de 2010
Capitulo 4 – Afrodite e Hefesto
Postado por Sucré Poison (Veneno Açucarado) às 12:22 0 comentários
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Capitulo 3 – Deusa Afrodite
Virgem que veio do mar
Estrela sempre luminosa da manhã
Deusa radiante da beleza feminina
Amante do encanto virginal da sensualidade
Vênus eterna da tolerância e beleza
Baila na luz, oculta dentro de nossos olhos
Sensualidade feminina
Eternamente revelada na mulher.
Há duas versões sobre o nascimento biológico desta Deusa. Na versão de Homero, Afrodite nasce de modo convencional, como sendo filha de Zeus e Dione, ninfa do mar. Já na versão de Hesíodo, ela nasce em conseqüência e um ato bárbaro. Cronos, cortou os órgãos de seu pai Urano e os atirou no mar. Uma espuma branca surgiu em torno deles e misturando-se ao mar, gerou Afrodite. Sendo assim, Afrodite é filha do Céu e do Mar, a Deusa Mãe original em muitas tradições, e o primeiro fruto da separação do céu e da terra. Como foi gerada no mar, é a filha do começo, é a figura que, igual a Deusa original, volta a unir as formas separadas de sua criação. Nesse sentido, Afrodite "nasce" quando as pessoas recordam, com alegria, o vínculo que une os seres humanos com os animais e com toda a natureza e ainda, quando percebem esse vínculo como uma realidade clara e sagrada. O mito sugere que isso aconteceu mediante o amor. A união se converteu em reunião, pois o amor que gera vida se faz eco do próprio mistério da vida.
A união é reunião como a fertilidade é renascimento. Essa concepção se manifestava cada primavera no banho ritual de Afrodite que renovava sua virgindade e a da terra. As Horas, as primeiras à vestir Afrodite quando nasceu, são também Deusas das estações, que são as horas do ano e, na primavera, quando nasce o ano, a vestem de novo, ajudadas pelas Graças.
Uma das mais curiosas estátuas dessa Deusa, variação da Vênus hermafrodita, era a Vênus barbata. Estava em Roma: representava na sua parte superior um homem com cabeleira e barba abundantes, enquanto a parte inferior era de mulher. Essa singular estátua foi consagrada à Deusa por ocasião de uma moléstia epidêmica, em conseqüência da qual as damas romanas perdiam os cabelos. A Afrodite atribuiu-se a cura.
O nome de Afrodite, surge da mesma forma que seu nascimento: "afrós" significa "espuma" em grego. Contudo, o útero do mar que a acolheu e alimentou o sêmen do céu não foi concebido como uma concha até que Botticelli a imortalizou com a dita imagem (kteís, a palavra grega que designa a concha, significava também os genitais femininos).
Seu nome latino, Vênus, é a raiz da expressão "doença venérea". A sexta-feira (vendredi, em francês), dia da semana, era-lhe consagrada (Veneris dies).
Afrodite também era chamada "Dionéia" como sua mãe. "Anadómene", isto é, "saindo das águas". Possuía um cinto onde estavam encerradas as graças, os atrativos, o sorriso sedutor, o falar doce, o suspiro mais persuasivo, o silêncio expressivo e a eloqüência dos olhos. Conta-se que Hera o pediu emprestado a Afrodite para reanimar a paixão de Zeus e para vencê-lo na causa dos gregos contra os troianos.
Nada é mais célebre do que o julgamento de Paris e a vitória conquistada por Afrodite sobre Hera e Atena, apesar das suas rivais terem exigido dela que, antes de qualquer coisa, deveria tirar o seu temível cinto. A história se passou, mais ou menos assim:
Todos os Deuses Olímpicos, menos Éris, Deusa da Luta e da Discórdia, uma Deusa Menor, foram convidados para o casamento de Peleu, rei de Tessália, com a bela ninfa marítima Tétis. Mas Éris apareceu mesmo sem ser convidada e resolveu vingar-se pela desconsideração. Ela interrompeu as festividades atirando uma maçã de ouro onde estava gravado "para a mais bela" entre as convidadas reunidas.A maçã rolou pelo chão e foi imediatamente reivindicada por Hera, Atena e Afrodite. Cada uma sentiu que a maçã era legítima e merecidamente sua. Elas não podiam, certamente, decidir entre si qual era a mais bonita, portanto apelaram pela decisão de Zeus. Ele recusou fazer a escolha, e as enviou ao pastor Páris, um mortal que sabia apreciar as mulheres bonitas; ele seria o juiz.As três Deusas encontraram Páris vivendo a vida bucólica com uma ninfa dos montes nos declives do monte Ida. Sucessivamente, cada uma das três bonitas Deusas esforçaram-se para influenciar sua decisão com um suborno.
Hera ofereceu-lhe poder sobre os reinos da Ásia se ele lhe concedesse a maçã. Atenas prometeu-lhe vitória em todas as batalhas. Afrodite ofereceu-lhe a mulher mais bonita do mundo. Sem hesitação Páris declarou Afrodite a mais bela, e ofereceu-lhe a maçã de ouro, incorrendo portanto no ódio eterno de Hera e Atenas. O Destino acabou selando o amor que já havia sido despertado entre Páris e Helena. Mas, ao optar pela beleza e o amor, não só rechaçou a maternidade, a castidade, mas também perdeu a proteção de Hera e Atena, que acabaram ajudando os gregos.
Mesopotâmia. Era portanto, uma Deusa muito antiga, tão antiga como o tempo, entretanto, no Monte Olimpo era uma divindade de aparição recente, cujo papel havia sido reduzido, pois sua esfera de atuação era tão somente as paixões humanas. As divindades anteriores tem maior transcendência: tendem a ser deidades que realizam todo tipo de obra. Porém quando é esculpida e pintada com seus animais e pássaros, os golfinhos, o bode macho, o ganso, o cisne e a pomba, pode-se vislumbrar claramente sua antiga linhagem. Como Deusa do mar, se desliza por cima das ondas sobre o lombo dos delfins; como Deusa dos animais, faz com que o desejo os impulsione, atraindo-os entre si; como Deusa da terra em seu aspecto fértil, através da chuva reúne o céu e a terra, e faz com que as sementes da terra úmidas brotem raízes raízes e folhas.
Como Deusa do céu, viaja pelo ar em carruagens de cisnes e gansos, e se senta sobre um trono de cisnes.
Afrodite rege o céu, a terra, as ondas e a todas as criaturas vivas. "Foi ela que deu o germe das plantas e das árvores, foi ela que reuniu nos laços da sociedade os primeiros homens, espíritos ferozes e bárbaros, foi ela que ensinou a cada ser a unir-se a uma companheira. Foi ela que nos proporcionou as inúmeras espécies de aves e a multiplicação dos rebanhos. O carneiro furioso luta, às chifradas, com o carneiro. Mas teme ferir a ovelha. O touro cujos longos mugidos faziam ecoar os vales e os bosques abandona a ferocidade, quando vê a novilha. O mesmo poder sustenta tudo quanto vive sob os amplos mares e povoa as águas de peixes sem conta. Vênus foi a primeira em despojar os homens do aspecto feroz que lhes era peculiar. Dela foi que nos vieram o atavio e o cuidado do próprio corpo." (Ovídio).
Igual a Inanna-Isthar, Afrodite encarnava a estrela mais brilhante do céu, a estrela da manhã e do entardecer que chamamos por seu nome romano, Vênus. O templo micênico chipriota do século XII a. C. consagrado a Afrodite estava decorado com uma estrela e com uma lua crescente e também com a pomba.
No século IV a.C., a filosofia platônica distinguiu entre uma Afrodite Celeste e uma terrena com a finalidade de expressar os distintos tipos e intensidades do amor. Através disso se queria reconhecer a amplitude de seu domínio, porém também se separava aquilo para cuja união ela existe. A figura da Afrodite Urania, Afrodite celeste, inspirava a possibilidade de um amor global e incluía a paixão pelas idéias e sugeria a paixão da alma onde quer que estivesse.
Afrodite Pandemo, literalmente Afrodite do povo, põe em relação à toda humanidade através do vínculo comum da natureza: era a imagem de um tipo de amor mais terreno e direto no qual todos podem tomar parte.
Essa expressão de Afrodite também implicava o ritual da "prostituição" sagrada do templo, um serviço que se oferecia sem pedir nada em troca, em nome da Deusa e sempre provocava longas filas. O animal de Afrodite que representava esse aspecto é o bode macho, conhecido por sua natureza amorosa.
Em todos os mitos gregos que versam sobre ela, Afrodite "nasceu" no Chipre, de onde os micênicos também emigraram. Fenícia só se distância 96 Km no ponto mais longínquo, ou seja, um dia de viagem de barco à vela. No segundo milênio a.C., os fenícios se estenderam ao longo da costa da Palestina, comercializando suas tintas púrpura e seus tecidos, e também trocando crenças e costumes.
Chifre foi um ponto de encontro de muitas tradições diferentes: fenícia, frígia, micênica, entre outras. Os aqueus micênicos chegaram à Chifre já no século XII a.C., e construíram em Pafos um templo monumental à Afrodite que foi uma das maravilhas do mundo antigo. Essas tradições diferentes se mesclaram para criar uma figura que não era simplesmente a versão grega do antigo mito e sim uma imagem totalmente nova de vida. Entretanto, a imagem comum a todas essas culturas é a pomba: consagrada à Afrodite como foi à Inanna-Isthar. A pomba é na tradição cristã a imagem da união por excelência que representa o aspecto feminino ausente na divindade. Essa expressão é significativa se recordarmos o domínio de Afrodite sobre o céu e a terra e seu papel de mediadora entre eles; a pomba é o Espírito Santo que coloca em relação a humanidade com a deidade.
,Afrodite estava casada com Hefesto, o coxo, o deus que como o vulcão, produzia o fogo nas profundezas da terra. É filho de Hera que, como deus ferreiro, forjava os relâmpagos para Zeus. Conta-se que seu pai, Zeus, a entregou como esposa à Hefesto, para castigar o seu orgulho. A Deusa aceitou, pensando que o deus ferreiro seria fácil de contentar.
São inumeráveis os episódios que a relacionam com relações amorosas infiéis.
A relação adúltera de Afrodite com Ares, o deus da guerra, alternadamente valente e covarde, porém sempre indisciplinado, foi descoberta por Hefesto.
Com Ares, a Deusa teve três filhos: uma filha, Harmonia e dois filhos, Deimos (Terror) e Fóbos (Medo). A união entre estes dois deuses, o amor e a guerra, são duas paixões incontroláveis, as quais se em perfeito equilíbrio, poderiam estabelecer a harmonia.
Afrodite também uniu-se a Hermes e dessa união nasceu um deus Hermafrodito, que herdou a beleza de ambos os pais, trouxe igualmente consigo seus nomes, e teve as características sexuais de ambos. Como um símbolo, este deus pode representar a bissexualidade ou a androginia.
Com Dionísio procriou a Príapo, um feio menino de grandes genitais.
Eros (Cupido), deus do amor, foi o filho mais famoso de Afrodite. Armado com seu arco, desfechava as setas do desejo no coração dos deuses e dos homens. Entretanto, mitos posteriores descrevem-no como filho ilegítimo de Afrodite. Com o tempo, passou a ter sua força diminuída e o que hoje conhecemos dele é a representação sob a forma de um bebê de fraldas com um arco e flechas, conhecido com o nome de Cupido.
Carl Jung definiu Eros como a capacidade de relacionar-se, a qualidade de ligar-se aos outros. Segundo Hesíodo, Eros foi a força fundamental da criação, presente antes dos titãs e dos deuses olímpicos.
Sob o nome romano de Vênus, viu Anquines cuidando de seu gado em uma certa montanha, enamorou-se . Fingindo ser uma jovem muito linda, arrancou fervorosa paixão dele. Mais tarde, revelou sua real identidade e contou que concebera um filho, o piedoso Enéias, que foi o lendário fundador de Roma.
Os romanos consideravam Vênus sua mãe ancestral e a cidade de Veneza recebeu este nome em sua homenagem.
com seus adversários, sendo muito vingativa e impiedosa nas suas vinganças. Para punir o deus Sol (Apolo) da indiscrição de haver advertido Hefesto do seu adultério com Ares, tornou-o infeliz em quase todos os amores. Perseguiu-o mesmo pelas armas, até os seus descendentes. Castigou da mesma maneira, a musa Clio, que havia censurado o seu amor por Adonis.
Fedra foi outra vítima do poder de Afrodite. Era a madrasta de má sorte de Hipólito, jovem elegante que tinha se dedicado a Ártemis e a uma vida de celibato. Afrodite usou Fedra como instrumento de seu descontentamento com Hipólito, que se recusou honrar a Deusa do amor ou seus ritos. Afrodite motivou Fedra a apaixonar-se perdidamente por seu enteado.
No mito, Fedra tentou resistir à paixão, lutou contra seu desejo ilícito e ficou doente. Finalmente, uma criada descobriu a causa de sua miséria, e aproximou o jovem em favor dela. Ele ficou tão insultado e horrorizado diante da sugestão de ter um romance com sua madrasta que irrompeu num discurso longo e alto, que ela pode ouvi-lo.
Humilhada, Fedra se enforcou, deixando uma nota suicida acusando falsamente Hipólito de tê-la estuprado. Quando seu pai Teseu retornou para encontrar sua esposa morta e a nota, chamou Poseidon, deus do mar, para matar o filho. Enquanto Hipólito dirigia sua carruagem pela praia, Poseidon enviou enormes ondas e um monstro marinho para amedrontar os cavalos. A carruagem tombou e Hipólito foi levado de rastos até a morte. Dessa forma Afrodite se vingou, às custas de Fedra.
Adonis nasceu de uma árvore de mirra, segundo conta uma lenda. Ele era filho de uma relação incestuosa de Mirra e seu pai, Ciniras, rei de Pafos. De acordo com uma versão dessa história, a própria Afrodite teria motivado essa paixão proibida pelos seguintes motivos: porque a mãe de Mirra teria negligenciado venerar Afrodite. De qualquer forma, ela se aproximou do pai disfarçada e no escuro, e se tornou sua amante secreta. Depois de diversos encontros clandestinos, ele descobriu que a tal mulher era a sua própria filha. Tomado de horror e de repugnância, induzido pela necessidade de puni-la, ele tentou matá-la. Grávida e desesperada e ainda,quando seu pai estava a ponto de alcançá-la, orou aos deuses para que a salvassem.
Por ordem divina, para protegê-la da ira do pai, pois ela foi transformada em uma árvore de mirra, de modo, que sua gravidez se converteu na gravidez da árvore. Dez meses depois, a árvore se abriu e Adonis nasceu. Ele é portanto, meio-humano e meio-divino.
Tão belo era o bebê que Afrodite o ocultou em um baú e o deu a Perséfone para que o cuidasse. Porém, quando a Deusa o vê, decide ficar com ele, enquanto que Afrodite decide que o quer de volta. Afrodite apelou então para Zeus, que julgando as exigências, permite que Adonis passe parte do ano com Perséfone e a outra parte com Afrodite.
Adonis cresceu e se transformou num lindo rapaz, amado e protegido por Afrodite. Porém um dia, contra seu conselho, foi caçar um javali selvagem e por circunstâncias do destino é morto pelo animal. Afrodite escuta seus gemidos e vai buscá-lo com sua carruagem puxada por aves, porém já o encontra sem vida e ensangüentado. O sangue era tão brilhante que a Deusa o transforma em uma flor, a anêmona, que cresce na primavera nas ladeiras das colinas.
Adonis, como deus da vegetação, do trigo e de todas as formas de vida visíveis, que crescem e morrem, deve morrer para que tudo viva, do mesmo modo que Osíris e Atis (há um javali que também o mata em certos relatos). O javali encarna o aspecto masculino da Grande Mãe. A Deusa sacrifica o amante para que possa renascer como filho e o filho-amante deve aceitar a morte, porque é a imagem do ser encarnado que, como a semente, regressa à fonte que o originou; enquanto a Deusa, aqui o princípio contínuo da vida, permanece para produzir novas formas a partir de seu inesgotável depósito.
Em rituais anuais que se acompanhava a essa cerimônia, celebrada durante o verão na Grécia e Alexandria, e na primavera na Síria, se carregava pelas ruas efígies de Adonis e, em certas ocasiões, também de Afrodite. Em seguida, entre prantos e lamentos, Adonis era jogado no rio ou no mar.
Afrodite é uma divindade da Lua Cheia, a qual sustenta e nutre a vida. Seus poderes são maduros, cheios de vida e poderosos, mas ela também protege ferrenhamente tudo aquilo que cria. Por simbolizar o amor e a fertilidade, seus símbolos são as vacas, cervos, cabras, ovelhas, pombas e abelhas.
A Deusa presidia ainda, os casamentos, os nascimentos, mas particularmente à galanteria.
Postado por Sucré Poison (Veneno Açucarado) às 12:21 0 comentários
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Capitulo 2 – A saudade pode enloquecer
Anne realmente tinha medo das coisas que faz. Mas se não continuar o mundo pode acabar por sua culpa. E isso não é o que ela e Victor precisam no momento.
Andando pelo colégio Anne se lembra vagamente de tudo o que ela sofreu nos braços de Gabriel e todas as coisas boas que já aconteceram entre os dois que deixava esse amor mais forte.
Mas ela não tinha tempo para pensar nisso agora. Não agora pelo menos.
Depois ela se machucava pensando nessa besteira de sua vida.
Ao ver Analice parada em seu armário esperando ela. Tudo o que Anne poderia sentir era a alivio. Analice não poderia ler a mente de Anne. Que bom.
Analice realmente não gostava de Gabriel. E sabia que não estava errada, mas não estava certa também.
Bom de qualquer forma Anne precisa dar um jeito em sua vida porque quando entrou na sala de aula ao lado para falar com Jorge sobre Gabriel ter fugido da cadeia houve uma grande briga entre os dois. Nada de brigas violentas, mas uma briga do mesmo jeito. Que outro nome eu daria pra isso? :
-Anne para de rodar. Você esta me deixando tonto.
-Não posso poxa. Ele se foi e nem disse adeus. Nem um simples tchau.
-Ele foi preso queria o que?Que ele viesse te segurar nos braços te dar um beijo e pedisse que você fugisse com ele?
-Isso seria bom...
-Aiiii.
Nessa hora Anne começou a rodar mais de preocupação. Ela usava uns vestidos azuis, cuja saia quase levantava vôo em direção ao teto - e isso a fazia quase morrer de rir. Parecia uma criança.
- Ai, só de olhar essa menina rodando assim me dá tontura. – disse Clarisse ao entrar na sala depois do sinal tocar.
- Essa menina vai acabar vomitando.
Anne continuava rodando. Gabriel a deixava feliz de se sentir amada, mas acabava com suas ernegias e a deixava aflita para vê-lo novamente. Isso a deixava cada vez pior.
Anne quase morria de aflição por não conseguir dormir de manha por querer saber aonde o namorado se encontrava. Isso acabava com ela .Mal podia lutar com os bandidos horas depois. E Jorge também detestava Gabriel. Agora da pra entender o porque.
Um dia Anne estava andando pela rua de noite e foi atacada por um deles e ao dar uma mortal caiu de cabeça no chão e foi nocauteada com um soco lá mesmo. Perdeu o fôlego e acabou deixando o ladrão fugir. Jorge não perdoou Anne até hoje. Mesmo dizendo toda hora que a desculpa Jorge estava mentindo - e feio. Era um bandido procurado da policia a anos e Anne o deixou fugir assim do meio de suas mãos. Realmente é imperdoável.
-Jorge, você não vai fazer nada? –perguntou Anne autoritária. Ela queria pegar Gabriel. Para enchê-lo de beijos e depois jogá-lo com muita força atrás das grades novamente. É a saudade estava acabando com Anne.
Comendo um caqui – dentro da sala de aula - Jorge continuou;
- Não, eu não vou fazer absolutamente nada.
As ultrajadas subiram o tom:
- Eu vou é me virar para a parede até essa menina parar de rodar. Você não se preocupa com a saúde de sua guardiã? Se bobear, ela pode ficar vesga. Ou coisa pior.
-Anne, pára com isso! Agora!
Anne, por enquanto, tem um comando interno que só obedece à voz de seu guardião. Gabriel realmente conseguiu deixá-la doidinha.
-Jorge, manda essa menina parar!
Diante do silêncio (uma tentativa inútil de fazer o assunto morrer), Clarisse usou um golpe baixo :
- Mas que tipo de guardião é você, afinal?
Os instintos primitivos de Jorge, tão na moda ultimamente, foram despertados:
- Sou o tipo de guardião que deixa a amiga rodar à vontade simplesmente porque isso é um divertimento para ela!
- Então se ela achar divertido matar vampiros e monstros por aí ou até pessoas inocentes você vai deixar também?
Desnecessário dizer que a briga foi longe.
Durante o sururu, Jorge mal consegui que o ouvissem. Havia uma explicação para ele deixar sua aluna especial rodar a vontade até ficar tonta. O que é insuportável para uma pessoa, não é para outra. O que faz mal à saúde de um, faz bem ao outro.
Anne explicou que a mãe dela tem uma amiga que come pimenta crua em todas as refeições e nunca teve qualquer mal-estar. Já sua irmã, certa vez tomou uma cápsula de alho e foi parar no pronto-socorro com a pressão sete por quatro. Para nós, adultos, temerosos de labirintites e outros ‘‘ites’’, rodar é desagradável, mas para as pessoas preocupadas é um dos únicos jeitos de espantar a ansiedade . Aliás, elas curtem, além da velocidade enquanto rodam, o barato composto pela tontura quando param de repente. Essa é a inofensiva droga delas. Alias Anne sentem prazer com coisas que nós não sentimos, da mesma forma que nós sentimos prazer com coisas que não significam nada para ela.
Então, nós simplesmente não podemos usar a nós mesmos como medida do que é bom ou ruim, para o outro, nem mesmo se esse outro for nosso próprio filho. Simplesmente porque as pessoas são diferentes: parece óbvio, não?
Pelo menos foi o que Anne explicou para Clarisse na porta da sala antes de ser atropelada por 20 alunos atrasados entrando correndo na classe.
O braço de Anne ficou esmagado na porta. Quase socou sua colega da frente por seu braço ter ficado tão inchado que ela mal pode usar o bracelete que ganhou do Gabriel no dia dos namorado passado. Foi um belo dia dos namorados.
Uma aula chata, a mais chata que ela já viu.
Quem disse que os Maias são interessantes.
Ela quase dormiu na mesa.
Bateu o sinal. – finalmente ela pensou-
Saiu pelo corredor em direção a porta.
Ela iria procurar alguém para pudesse lutar. Não ia ficar o dia inteiro nessa escola chata de deprimente.
Com sorte ela poderia encontrar ele. Ela queria e não queria encontrá-lo.
Queria pois poderia perguntar para ele o porque ele se foi. Quem sabe com sorte ele diria a ama e que gostaria de voltar com ela.
Ok fantasioso demais.
Não queria encontrá-lo pois isso iria machucá-la só de pensar nas coisas boas que passaram juntos.
Isso seria mais um rasgo no seu coração que já estava quase totalmente machucado.
Ela sentia um vazio imenso.
Olhou para trás e percebeu que estava sendo seguida.
Parou no meio da calçada. Olhou em volta e entrou no bosque.
Olho em volta e voou para o lado.
Tinha acabado de ter sido atacada por um dos seus inimigos.
- Quem se importa, porque é sua vida . Você nunca sabe, isso poderia ser bom
Arrisque sua sorte porque você pode crescer. – disse ele pois percebeu que ela estava desanimada.
- O que você está esperando para isso? Acerte-me! Arrisque sua sorte, seu estúpido!
O bandido pega a arma calibre 38 e atira em direção de Anne e acerta a arvore.
-Não me subestime - disse o bandido.
- Como uma repercussão, você está se repetindo. Você sabe disso de cor . Porque você está parado. Nascido para florir, florir para morrer. Seu momento vai acabar . Por causa de seu cromossomo sexual. Você sabe que isso está tão bagunçado , como toda nossa sociedade pensa. Serei capaz de acabar com você.
Anne gira da uma mortal e chuta a arma em direção a arvore mais longe.
O bandido estava ferrado.
- Pire – disse Anne para ele.
- A vida é curta, você é capaz. Olhe agora para seu relógio. Você ainda é uma mulher gostosa.
- Me Desculpe já tenho namorado.
Que mentira!!
Ele acerta um chute na sua cara que a joga longe.
Anne então o joga longe em cima de um ferro.
Em cima da grade da policia militar.
Acabou quebrando a coluna dele mas e daí?
Saiu correndo pois ninguém sabe ainda quem ela é. E nem devem saber.
Ela saiu correndo sem dar tchau para o bandido... mas e daí??
Ela tem com o que se preocupar.
Postado por Sucré Poison (Veneno Açucarado) às 12:16 0 comentários
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Capitulo 1 – Saudade pode matar
“Os deuses criaram os mortais para a sua própria diversão e deleite”.
‘‘Nós só queremos nos aproximar dos deuses’’.
Cada vez mais Analice repetia essa frase na aula de história e agora no pátio da escola Green High.
E Anne não tirava essa frase de sua cabeça.
Uma bela frase e ao mesmo tempo cheia de mistérios.
Anne adorava Analice. Não só porque Lice era boa em história e poderia ajudá-la a passar de ano, mas porque Lice não sabe dos segredos de Anne e Anne não quer contar para ninguém. Pelo menos não agora. Tudo menos isso.
Analice chegou com seu jeito mais bonito e formal.
Com seus cabelos castanhos soltos e longos até a cintura e um brilho que cegava Anne quando ela ficava de frente para o sol.
Com um top rosa com um urso desenhado no centro e uma calça de moletom sempre muito bem passada. Suas botas cano longo preto que Analice chama de melhor invento da moda depois da bolsa de mão, do protetor solar e do rímel.
Analice era linda, mas, parece que não sabia disso.
Analice era o que podia se chamar de SexyAngel. Mas ela nem tinha idéia que era esse seu apelido entre os jogadores tarados do time de futebol e as garotas lésbicas de vôlei.
Ao sentar no banco em frente ao sol Anne martelava a tal frase toda hora em sua cabeça, ela não podia evitar. Era uma belíssima frase, mas ela não sabia o porque Analice recitava sempre tal frase.
Sentindo a brisa da manha Anne esqueceu rápido e se lembrou que precisa terminar um trabalho de matemática para aquele mesmo dia, logo se lembrou que ela podia copiar de Analice depois mesmos sabendo que isso pode prejudicar seu aprendizado no futuro.
-Quem está preocupado com o aprendizado quando logo todos iremos morrer?Hoje o dia esta tão louco que nem me importo com minha nota. Meu futuro é salvar o futuro do mundo então só me resta dormir durante a explicação da aula de física. - disse Anne alto demais que umas garotas a sua frente olharam de um jeito sujo para ela.
E a mais nojenta e a mais popular sempre são a que mais humilha Anne. Não que Anne se importasse afinal ela já foi uma delas e sentiu isso um desperdício enorme de tempo e de dinheiro.
Ela poderia usar 300 reais para comprar uma arma para salvar o mundo do que comprar uma bota de grife.
Se bem que Anne acha que nos tempos de hoje ela deve comprar mais do que tudo uma dessas botas. Afinal é o único jeito de suprir que seu ex-namorado tenha sido preso. E ela realmente sentia falta dele. Mais do que devia sentir e mais do que imaginava sentir. Ela não poderia controlar. Ela não achava, mas estava bem apaixonada e pelo cara totalmente errado e que não a amava.
Seria comprar um bota ou comer adoidada chocolate e engordar não é o que ela precisa agora.
-Surra, eu estou mal ultimamente. Acontece nesses dias do mês. – Disse Anne piscando os olhos como se tivesse um cisco dentro dele quando o olhar da fresca Clarisse ficou pior e mais horripilante. Mesmo sendo mentira que ela estive naqueles dias, mas mentir era fácil para ela. Ela precisava mentir para não saberem que era ela a heroína que passa na tv que salva boa parte de Greenville e uma parte de São Paulo.
Logo quando a nojentinha Clarisse se levantou com sua calça boyfriend – caríssima – suas botas Tucson – carérrimas (fazer o que? Clarisse não tinha medo de ser assaltada. Ela sempre quer manter sua rotulo de mais linda e rica da escola. Mesmo que Anne e Analice sejam mais bonitas do que ela, mas enfim) - para falar baboseiras sobre a roupa de Anne, Victor chegou com sua calça jeans Lemier, seus tênis Adidas e seu colete com seus cabelos castanhos escuros desarrumados e seus lábios cor de avelã (aparentemente recém beijados). – Victor estava ridículo, mas não tinha idéia do tamanho - e olhou para Clarisse como se ela fosse a coisa mais palhaça da face da terra. Porque ela estava usando cinto de couro preto, um dos acessórios que a misteriosa salvadora da cidade usa para segurar sua arma e para laçar um dos bandidos mais perigosos da cidade. Que dolorosamente era o amor de Anne, Gabriel. Um nome meio irônico para uma pessoa que faz tanto mal para o estado SP.
- Hei, o que vejamos aqui um ser loiro que pensa que é salvadora. Falando serio Lari esse cinto esta bem dark em você. O que ouve agora?Esta de luto pelo fim do nosso namoro super serio de duas semanas? – disse Victor totalmente engraçado com tom de zombaria para cima de Clarisse. E Clarisse sabia o que ela queria e não iria deixar barato.
- Meu filho dobre a língua quando for falar disso. Ninguém precisa saber que eu namorei você se fracassado. O fracasso subiu a cabeça é?Não sabe que esse cinto é a ultima moda graças à belíssima salvadora misteriosa? Que alias nunca iria olhar nessa sua cara de maracujá de gaveta. Seu idiota. – disse Clarisse aos sussurros, pois ninguém sabia que eles se agarravam atrás dos corredores da escola depois de cada discussão. O que se eu for contar agora se agarravam às escondidas. Se as amigas de Clarisse souberem vão expulsá-la do time de líder de torcida. Victor é cara mais impopular de toda a escola. Isso se não for de toda a cidade. Victor e Clarisse se ‘‘ trombam’’ toda vez que tem alguma aula vaga. São dois por dia e 20 beijos em troca de cada agressão dada anteriormente. O que ao todo e no final deixa Clarisse sem fôlego e toda despenteada. Ah é o amor.
- Clarisse vá procurar algo pra fazer sua vadia. Estamos totalmente ocupados. E só pra constar o cinto que a salvadora usa não é de couro é uma imitação falsa porque eu... Ah...Quer dizer a salvadora não usa couro. Eu... Digo ela sabe que isso é contra os animais. – disse Anne quase gritando e soluçando. Era difícil para ela falar de si mesma na terceira pessoa. Mas as pessoas não poderiam saber que ela era a salvadora. Somente Victor sabe disso. E Jorge que é quem ajuda.
- Primeiramente não grite comigo e segundamente que fresca é essa salvadora. Mas que seja até que esse cinto é bem bonitinho. – Clarisse disse desorientada balançando a mão com um ar de desprezo.
- Ah cala a boca – disse Anne saindo do lugar de onde estava e indo para o corredor de onde sumiu no meio de tantas cabeças.
Victor olhou para Clarisse com um ar malicioso e disse:
- Que horas podemos no ver hoje?Eu não tenho nada pra fazer na quinta aula.
- Ah ta bom. Mas não vá se animando. Pensando bem pode ser animar eu comprei um batom novo que você vai adorar experimentar e tirar. – disse Clarisse baixinho antes de olhar a redor para ver se nenhumas de suas amigas populares e seguidoras estavam por perto para ouvir.
Então saiu rápido e foi se encontrar com as Clarinetes, suas seguidoras sem cérebro e muita beleza. Nem se despediu de Victor.
-Tchau para você também grande deusa da mitologia grega. Super educada. Hunf.
Postado por Sucré Poison (Veneno Açucarado) às 12:12 0 comentários
Marcadores: Capitulo 1 – Saudade pode matar
Prólogo
Acima de tudo e de todos Anne sabia o que era e que nada poderia mudar isso.
Um dia ao acordar ela se sente mais estranha que no dia anterior e no anterior.
Uma vontade mutua de salvar vidas e salvar o mundo. Ou São Paulo pelo menos.
Ela não sabe de onde vêm isso ou de onde pode sair, mas ela vê todos os dias na tv que não existe heroínas na face da terra -pelo menos não com os talentos dela- e que poderia ajudar Greenville até São Paulo que é sua cidade de coração.
Ao ligar a tv Anne sente que o mundo esta em risco. Não só em risco pelo crime, mas em risco pelo meio ambiente. E ela sabe que pode ajudar.
Ela vai ajudar.
Anne entra na cozinha e vê sua mãe preparando o café da manha e sente náuseas. Talvez esse não seja o café de uma heroína. Talvez essa não seria a vida de uma garota com o coração tão humano que Poe sua vida em risco para salvar os EUA do descaso completo que esta havendo por lá agora pelo aquecimento global. Ela sabe que é diferente. E como Bella Swan já disse varias vezes: "Eu Nunca Pensei Muito Em Como iria Morrer, Mais Morrer No Lugar De Alguém Que Amo Me Parece Uma Boa Maneira De Partir".
Não que ela fosse partir no lugar de alguém que ela ame. Ela vai partir por mais de 6 bilhões de pessoas que ela mal conhece direito e que ela sente que seria um linda maneira de deixar esse mundo que já a fez sofrer muito.
6 bilhões de pessoas que deixam esse planeta cada vez pior. E ela esta se arriscando por eles. As 6 bilhões de pessoas!! Ela não quer nada em troca. Apenas ajudar. Ela parece uma santa. E uma santa que poucos veriam. Ou chegaram a ver. Isso se ela sobreviver.
Postado por Sucré Poison (Veneno Açucarado) às 12:10 0 comentários
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